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Quarta-feira, Maio 16, 2012

O Dia das Mães de Amy e Emily

As gêmeas Amy Slitti e Emily Tabor são espelho uma da outra. Casadas, elas tiveram os filhos ao mesmo tempo. São três filhos com idades idênticas, só que Amy é mãe de meninos e Emily concebeu meninas.

As irmãs que cresceram em Farmington (EUA) disseram que as casas são diferentes, porque criar e educar só meninos é diferente de meninas. No Dia das Mães (13/05) todos se reuniram para uma grande bagunça.

Por Sharon Dargay / Home Town Life / Foto Bill Bresler

Maria de Fátima e seus trigêmeos!

(Helena, Bento e Cecília)

Milhões de mulheres e um sonho em comum: ser mãe. Muitas já desfrutam desta dádiva naturalmente, mas outras precisam recorrer a tratamentos.

No Dia das Mães, o SRZD contou uma história de persistência, confiança e vitória. Maria de Fátima encarou anos de sofrimento até conseguir gerar.

Casada há 12 anos, ela tentou engravidar naturalmente por 5 anos, mas enfrentou quatro abortos e um grande desgaste emocional. Foi então que resolveu procurar especialistas para ajudá-la a realizar seu maior sonho.

Ela foi submetida a diferentes tratamentos, mas não obteve sucesso em nenhum deles. Então, Maria desistiu e resolveu adotar. Depois várias tentativas, ela se viu diante de uma situação que poderia ser a solução de seus problemas.

No dia 24 de dezembro de 2007 ela participou de um concurso cultural que daria à vencedora, um tratamento para engravidar. "Era o último dia da promoção e eu tive que contar em cinco linhas todo o sofrimento que eu já havia passado para tentar ser mãe. Ali eu tinha certeza que era o início de um grande sonho" disse ela.

Um mês depois, Maria de Fátima recebeu o aviso de que havia vencido o concurso. Com isso, ela realizou mais um tratamento, mas dessa vez com sucesso. Maria engravidou de quadrigêmeos, perdeu um bebê, e três nasceram saudáveis.

Domingo, dia 13/05, Maria comemorou seu aniversário e o terceiro Dia das Mães ao lado de seus três maiores presentes: Helena, Bento e Cecília.

Por Luana Freitas / SRZD

Famosos que recorreram a Reprodução Assistida

A gravidez múltipla é um dos riscos das técnicas da Reprodução Assistida. E assim, muitos famosos que passaram por tratamentos também acabaram se tornando pais de gêmeos e trigêmeos. Veja alguns abaixo:

Celine Dion, Gugu Liberato e Rosana Jatobá foram alguns dos famosos que tiveram gêmeos através da RA.

A atriz Bianca Rinaldi é mãe das gêmeas Beatriz e Sofia. Ela recorreu à FIV porque seu marido havia passado por uma vasectomia / Foto: Alice Silva 

Suzy Rego também concebeu os gêmeos Marco e Massimo 
através de uma FIV / Foto: Orlando Oliveira 

A apresentadora Lorena Calabria também engravidou por meio de reprodução assistida e concebeu as gêmeas
Dora e Catarina / Foto: Orlando Oliveira 

Pelé é pai de um casal gêmeos com Assiria Nascimento. A gravidez foi concebida por meio de uma FIV porque ele havia feito vasectomia / Foto: Fábio Guinalz 

A atriz Beverly D'Angelo e o ator Al Pacino são pais dos gêmeos Olivia e Anton. Para engravidar aos 49 anos, a atriz recorreu a uma FIV. Foto: Stephen Shugerman 

Um dos casos mais conhecidos no Brasil é o do casal de jornalistas Willian Bonner e Fátima Bernardes, que recorreram a fertilização in vitro em 1997. O procedimento resultou na gestação dos trigêmeos Beatriz, Laura e Vinícius.

Os gêmeos se popularizaram entre as celebridades internacionais também. O cantor Rick Martin recorreu a uma "barriga de aluguel" e se tornou pai dos gêmeos Matteo e Valentino. (Fonte: Portal Terra)

Conheça as novas regras da Reprodução Assistida aqui.

Terça-feira, Maio 15, 2012

“Jayesslee” Por Janice e Sonia Lee

Janice Lee nasceu 10 minutos antes da irmã Sonia Lee. Os pais são coreanos, mas elas nasceram em Sydney, na Austrália. As gêmeas que compartilham a paixão pela música já possuem muitos fãs. O duo faz sucesso no YouTube!

http://www.jayesslee.com

Quatro gêmeas podem concorrer à Miss Itália!

(Jenny e Jasmine) 

(Carlotta e Costanza) 

O concurso Miss Itália deste ano tem dois pares de candidatas idênticas. Jenny e Jasmine, de 23 anos são de San Giovanni in Marignano. Carlotta e Costanza, de 19 anos, são de Modena – ambas regiões de Emilia-Romagna, Norte da Itália.

Desde 1997 não tinha tantas gêmeas concorrendo. Apesar de todas almejarem ao título, elas terão que se tornar finalistas para conseguir o objetivo de ser miss italiana.

Gabriella e Antonella Oieni / Chiara e Cecilia Orlandi / Isabella e Barbara Traversone, candidatas à Miss Itália em 1997. (Fonte: Agência Ansa)

Dominique Mason teve duas gestações gemelares!

Em Auckland, Nova Zelândia, uma mãe teve dois pares de gêmeos naturalmente. No Dia das Mães, Dominique Manson teve uma agenda lotada e motivos para celebrar.

Há poucos mais de 2 anos, Dominique deu à luz as gêmeas Brooklyn e Danielle. E em setembro passado, ela deu à luz os gêmeos Eli e Vicente.

Ela disse que tem apoio da família e que já comprou uma casa maior, com mais conforto para as crianças.

Por Jessica Tasman Jones / Stuff

Família de quadrigêmeas de Rio Claro pede ajuda

Caso raro em Rio Claro, interior de São Paulo. Michele Cristina Fernandes Kaubatz concebeu quadrigêmeas naturalmente. Segundo os médicos, a probabilidade é de uma para 512 mil gestações. 

Michele que está em repouso, aguarda ansiosa a chegada de Vitória, Beatriz, Mariana e Carolina, prevista para o próximo mês. O ultrassom realizado na 25ª semana, mostrou que as quatro meninas estavam com 600 gramas cada (em média).

Apreensiva Michele ressalta: “Preciso ainda de berços, carrinhos adequados, roupas, além é claro de fraldas, pomadas, lenços umedecidos e tudo o que um recém-nascido precisa, só que quatro vezes mais” O marido dela, Vagner Coutinho Kaubatz, é funcionário público, mas está afastado devido ao um acidente sofrido.

A família conta que já recebeu algumas doações, mas que ainda são insuficientes para atender às necessidades dos bebês. A preocupação maior da família é com a saúde das quadrigêmeas que nascerão prematuras e precisarão de cuidados e leites especiais. “Estamos confiantes em Deus, mas toda ajuda é bem-vinda”, disse o pai.

Quem quiser colaborar, as doações podem ser feitas na residência da família. Endereço: Avenida 26 com a Rua 2, número 89, no bairro Jardim Brasília, em Rio Claro (SP).
Ou através dos telefones: (19) 3532-1311 e (19) 9887-4437

Por Janyne Godoy / Jornal Cidade Rio Claro

Segunda-feira, Maio 14, 2012

Mª Eduarda é Bahia e Mª Fernanda é Vitória

As gêmeas univitelinas Maria Eduarda e Maria Fernanda além de não serem parecidas fisicamente, torcem por times diferentes. Eduarda é Bahia e Fernanda é Vitória. 

Aos 11 anos, as irmãs travam um verdadeiro clássico BaVi em casa. O quarto único para as duas é totalmente decorado com acessórios dos times, mas cada um com o seu lado! Até a cortina da janela é dividida. Metade Bahia, metade Vitória.

Quem faz o papel de juíza e controla esse confronto é a mãe, Adriana Lima. “O dia inteiro as duas se atracam. E sempre o futebol entra no meio e começam as provocações. A mãe e o pai, Márcio Sudsilowsky, torcem pelo Bahia, caminho que Eduarda seguiu. Já Fernanda escolheu o rival por conta do padrasto Edison Gonçalves.

“Meu marido atual é Vitória e ela convive com ele desde os 3 anos. Ela virou rubro-negra e queria tudo do Vitória. Até a mamadeira” explica a mãe. No aniversário delas em 2011, a festa foi personalizada. Tudo simetricamente dividido entre Bahia e Vitória. Nem o bolo escapou.

Por Cecílio Angélico / Correio 24horas 

Ontem, os times disputaram o título do Campeonato Baiano e o Bahia venceu, quebrando um jejum de 11 anos.

“Maria de Rodas” Por Carolina, Flávia e Tatiana

“Maria de Rodas – Delícias e Desafios na Maternidade de Mulheres Cadeirantes” (Editora Tecci)

"Você já deve ter ouvido alguma amiga justificar as razões para adiar a gravidez. Os motivos podem ser os mais variados. Mas as personagens/autoras do livro “Maria de Rodas – Delícias e Desafios na Maternidade de Mulheres Cadeirantes” podem até ter tido esse tipo de dilema, mas tiraram de letra.

Elas enfrentaram o preconceito das pessoas e suas próprias limitações físicas. É impossível não se envolver com as histórias emocionantes narradas com um humor firme e inteligente neste livro.

A identificação é imediata: é como se estivéssemos em uma roda de amigas compartilhando experiências. Todas são muito beneficiadas! Enfim, você deve ler esse livro. É inteligente, divertido, variado e leve"

Por Claudia Matarazzo / Fino Trato / Veja SP

Flávia Cintra, uma das autoras é jornalista e mãe dos gêmeos Mariana e Mateus, conforme já postado aqui.

Mãe funda ONG para crianças especiais (MG)

Liliane Martins fechou uma escola particular para fundar uma ONG especializada na educação de crianças especiais. 

Em 2000 a pedagoga Liliane Martins deu à luz ao casal de gêmeos Júlia Martins e Artur Martins. Desde então, rotina dela começou mudar e quando os bebês tinham um ano e meio, foram diagnosticados com paralisia cerebral.

Liliane que mantinha uma escola infantil particular fechou as portas para fundar uma Organização Não Governamental (ONG), a Associação Brasileira Reabilitação e Alfabetização de Crianças Especiais (Abrace). A ONG funciona em Uberaba, no Triângulo Mineiro, há dez anos e atende 60 crianças.

“Quando fiquei sabendo do diagnóstico dos meus filhos quis fazer de tudo para cuidar deles e os manter perto de mim. Como sou pedagoga logo me preocupei com a alfabetização. Já havia recebido pedidos de mães que queriam matricular os filhos especiais na minha escola particular, mas temia não conseguir atender às necessidades deles.

No entanto, quando vivi essa realidade me propus a enfrentar o medo para ter meus filhos por perto sem deixar minha carreira de lado. Dessa forma decidi fundar a ONG”, explicou Liliane. A pedagoga disse que o início da fundação da Abrace não foi fácil e o preconceito foi muito grande.

Apesar de não ter o mesmo retorno financeiro de quando tinha escola, Liliane afirmou que além de mãe também é uma profissional realizada. “Manter a escola particular sem dúvidas era mais cômodo, mas poder contribuir com uma educação de qualidade para meus filhos é inigualável.

Com tantas realizações a pedagoga ainda sonha em ver a ONG caminhar por conta própria, oferecendo aulas nos dois turnos. "O prédio da escola é particular e sei que não vou viver para sempre. O meu desejo seria um prédio próprio que abrigasse mais salas, para que dessa forma mais alunos possam ser atendidos", observou.

Enquanto isso não acontece, ela trabalha na profissionalização da equipe de professores. “Desde que comecei a Abrace me preocupei em fazer especializações para melhor atender as crianças. Então fiz um curso de neuropsicologia e quinzenalmente me reúno com as professoras para estudarmos livros e artigos que nos ajudam a atender as necessidades dos alunos”, finalizou.

Por Mariaurea Machado / G1

Lívia, Luana e Leonardo de Bauru (SP)

Casal com cinco filhos pede ajuda. Victor Hugo (13 anos), Igor, (5) e os recém-nascidos Lívia, Leonardo e Luana 

Uma verdadeira linha de produção foi montada no quarto que Valéria Gonçalves da Silva, 37 anos, ocupa na Maternidade Santa Isabel, em Bauru.

Ela concebeu naturalmente os trigêmeos nascidos no dia 26 de abril e, desde então, se desdobra entre mamadas, banhos, choros e trocas de fraldas. Se cuidar de um único filho já demanda uma programação complexa, multiplicar esta tarefa por três requer praticamente uma tática de guerra.

“O esquema é exatamente este. Faz duas noites que não durmo. Só consigo tirar um cochilo, até porque cada um deles precisa mamar a cada três horas, então praticamente não sobra tempo para mais nada”, revela a mãe, que se internou junto com os bebês há uma semana na maternidade.

“Não quero ficar longe deles, quero ficar com os olhos em cima. Qualquer gemido ou respirada mais alta, vou correndo para ver o que é. Não há descanso”, pondera ela, que tem outros dois filhos que, por enquanto, estão aos cuidados do pai, em casa. Lívia, Leonardo e Luana nasceram prematuros e, de fato, ainda são muito frágeis.

Mas, todos muito famintos, já ganharam cerca de 300 gramas, cada um, desde que nasceram. Se continuarem evoluindo no mesmo ritmo, devem receber alta já na semana que vem.

E, se na maternidade Valéria conta com a ajuda de enfermeiras e amigas que se revezam nos turnos como companheiras de quarto, o planejamento para quando todos puderem voltar para casa ainda não foi montado.

A expectativa é de que o marido, Jorge Francisco da Silva e os filhos colaborem. “Quando eu voltar para casa, o trabalho aumenta porque volto para cuidar de cinco crianças. Mas, se todo mundo ajudar, dá tudo certo”

Um problema ainda sem solução é a falta de espaço no carro da família, onde é impossível instalar quatro cadeirinhas especiais para as crianças abaixo de 10 anos. Outra preocupação de Valéria é a área de serviço que não possui cobertura. Com três recém-nascidos, fica impossível ter roupas limpas e secas no tempo chuvoso.

Ela pede a ajuda de doadores voluntários para reformar esta parte da casa para melhor atender os filhos. Valéria e Jorge recebem juntos, cerca de R$ 1,2 mil mensais e precisam ainda de doações de latas de leite maternizado (próprio para lactentes) e fraldas.

Interessados em colaborar podem entrar em contato pelo telefone (14) 9765-7708. O casal mora no Núcleo Édson Francisco da Silva, em Bauru, interior de São Paulo.

(Fonte: JCNet / Foto Ilustrativa)

Sexta-feira, Maio 11, 2012

A felicidade das mães Andrea e Luciene

"Fertilização in virtro bem-sucedida traz alegria e realização materna. O primeiro Dia das Mães das mulheres que enfrentaram e superaram as dificuldades da infertilidade e conseguiram realizar o sonho da maternidade"

Luciene de Lousa Felipe, de São Paulo, passou por duas fertilizações antes de engravidar de um casal de gêmeos. "Uma mulher grávida é sensível. E uma mulher tentando engravidar tem o dobro da sensibilidade. Tem horas que eu parava e pensava, 'será que eu vou conseguir?'. Sentia-me revoltada, principalmente quando via aquelas histórias de mulheres que não davam valor à dádiva de ser mãe".

Agora, com seus filhos com dois meses, Luciene está prestes a viver seu primeiro Dia das Mães. "Ainda fico olhando para eles e me emociono. Valeu muito a pena, eu sempre quis ser mãe e consegui. Resolvi contar a minha história, porque quando eu estava fazendo o tratamento eu queria ler histórias felizes e acho que a minha pode confortar e dar forças para as mulheres que ainda estão tentando",explica ela.

Andrea Zatyko, de São Paulo, mãe dos trigêmeos (duas meninas e um menino) de 7 anos de idade. "Eu me casei aos 34 anos e já tentei engravidar. Engravidei naturalmente, mas perdi meu bebê. Depois disso, já procurei uma clínica e comecei os tratamentos", relembra. Andrea não cansa de encher de elogios os trigêmeos. “Eles são minha razão de viver. Sempre quis ter filhos, sou muito maternal. São lindos, alegres, saudáveis, parceiros. A alegria da minha vida”

(Fonte: Portal Terra / Foto Shutterstock)

“Para Nossa Alegria” Dia das Mães!

(Mara com os filhos Jefferson e Suellen Barbosa)

Os irmãos (que não são gêmeos) Jeferson e Suellen Barbosa voltaram ao sofá que os fez famosos com o web-hit “Para Nossa Alegria”. A dupla lançou dia 06/05 seu primeiro clipe “oficial”, para uma música em homenagem ao Dia das Mães. 

Os irmãos Barbosa aparecem, entre outras cenas, na mesma posição do sucesso original: cantando e tocando com a mãe ao meio. Assista aqui!

Monique Delisle e Michelle Newcombe

As gêmeas Monique e Michelle nasceram e cresceram em Cape Breton Island, Nova Scotia (Canadá). Os amigos ficavam confusos, não sabiam quem era quem, apenas as chamavam de "Michnelle, Michnique".

Dessa brincadeira, nasceu a “Michique” – uma empresa têxtil que por muitos anos criou cortinas personalizadas. Mas, a paixão das irmãs são as bolsas. A marca já está sendo reconhecida internacionalmente.

http://www.michique.ca

Trigêmeos recebem enxoval em Luanda

O Presidente de Angola entrega enxoval a trigêmeos. 

O Presidente da Republica de Angola, José Eduardo dos Santos, inaugurou ontem o Hospital Municipal do Cazenga em Luanda e entregou três kits de enxovais a trigêmeos recém-nascidos na instituição. O Hospital que fica no bairro Kalawenda tem 3.900 metros e com capacidade para 75 leitos.

Possui pronto socorro, área para consultas externas, pediatria, duas salas para cirurgias, maternidade e estacionamento. Foi inaugurado ontem, mas já funciona em regime experimental desde dezembro de 2011. (Fonte: Angola Press)

Quinta-feira, Maio 10, 2012

Victor e Vinicius

“Eu e meu marido (Victor) nos conhecemos em janeiro de 2008. Havia perdido minha mãe recentemente, que era o meu alicerce. Sentia-me muito sozinha, mas não pensava em casar muito menos em ter filhos. Mas, em outubro do mesmo ano casamos e aí veio a vontade de ser mãe.

Engravidei três vezes, mas nenhuma das gestações eu segurei, sofri abortos espontâneos. Eu não podia engravidar...e veio a tristeza. Minha agonia durou um ano.

Ajoelhei diante do santíssimo e pedi: ''Senhor me dê um filho, pois não quero envelhecer sozinha e desejo cumprir minha missão aqui. Eu preciso gerar um ser seu. Conceda-me essa alegria, o privilégio de ser mãe!”

Uma semana depois, acordei umas 7hs e senti meu corpo estranho. Olhei-me no espelho e fiquei ansiosa. Até parece que eu já sabia. Falei para o meu esposo que faria um teste de gravidez para fazer o pré-natal, porque eu estava grávida.

Ele olhou pra mim e disse: “Pare de ser boba mulher, você vai ficar deprimida com suas gestações psicológicas. Nem vou te acompanhar hoje, porque já sei o resultado”

Fui fazer o exame e ouvi do médico: ''Parabéns, mamãe!!!'' Senti uma vontade imensa de chorar. Não tem como explicar tamanha felicidade!. Vontade de gritar, ligar para o meu esposo e dizer o quanto ele estava enganado. Mas, consegui controlar a ansiedade até ele mesmo ver o resultado do exame. Eu disse à ele que estava grávida de DOIS bebês.

Meu marido de tão assustado e emocionado, olha pra mim e pergunta: “Deu pra ver também no testo?'' Eu ri tanto! Até hoje a gente ri da falta de atenção dele naquele dia. Eu tinha tanta certeza que esperava gêmeos que fiz o primeiro ultrassom apenas para confirmar.

O médico mostra a tela e diz: “São dois machos!” Como eu já sabia? Como tinha certeza?! Meu esposo quase enfartou... Minha gestação foi tranquila e saudável e dia 24 de junho de 2010, meus amores, gêmeos idênticos, nasceram.

Primeiro Victor pesando 2.275 kg, logo depois veio Vinicius pesando 1.700 kg. Ficamos 20 dias internados para eles ganharem peso, mas foi um período que eu amei ficar no hospital.

Meus filhos estão com quase dois anos e depois deles veio a Victoria que está com 2 mêses. Ela também nasceu no dia 24. E eu digo que é muito bom ser mãe, é divino poder gerar!!”

Niceia Nogueira e Victor Antonio Costa 

São Paulo / SP

“Beatriz Bandeira” Por Luiz Antonio Ryff

(Beatriz Bandeira Ryff, aos 35 anos,
com seus filhos gêmeos em 1945) 

“Morreu, aos 102 anos, Beatriz Bandeira, a última sobrevivente da famosa cela 4 – onde foram presas, na Casa de Detenção, no Rio de Janeiro, então Distrito Federal, as poucas mulheres que participaram da revolta comunista de 1935 no Brasil.

Foi na cela 4 que ficaram confinadas Olga Benário (esposa do líder da intentona, Luiz Carlos Prestes), a psiquiatra Nise da Silveira, a advogada Maria Werneck de Castro e as jornalistas Eneida de Moraes e Eugênia Álvaro Moreyra.

Por conta dessa passagem, Beatriz virou personagem de livros como “Memórias do Cárcere”, o relato biográfico de Graciliano Ramos, que também esteve preso por causa da revolta.

Pouco antes, como militante comunista e da Aliança Nacional Libertadora (ANL), Beatriz conheceu seu marido, Raul, que viria a ser jornalista e secretário de Imprensa do governo João Goulart (1961-1964).

Com ele se casou três vezes. Os dois foram exilados duas vezes. Em 1936, depois da libertação, foram expulsos para o Uruguai. Em 1964, após o golpe militar, receberam abrigo na Iugoslávia e, posteriormente, na França. Ao regressar ao Brasil, Beatriz continuou a militância política nos anos 70 e 80.

Foi uma das fundadoras do Movimento Feminino pela Anistia e Liberdades Democráticas, que lutou pelo fim da ditadura no País. Beatriz nasceu em uma família positivista. Seu pai, o coronel do exército Alípio Bandeira, foi abolicionista.

Como militar, trabalhou no Serviço de Proteção ao Índio (SPI) e ajudou o Marechal Cândido Rondon na instalação de linhas telegráficas no interior do País e no contato com tribos isoladas – Alípio liderou o encontro com os Waimiri Atroari em 1911, por exemplo.

Além de militante política, Beatriz foi poeta (publicou “Roteiro” e “Profissão de Fé”) e professora (foi demitida pelo regime militar da cadeira de Técnica Vocal do Conservatório Nacional de Teatro). Também escreveu crônicas e colaborou para o jornal A Manhã e as revistas Leitura e Momento Feminino.

Beatriz Bandeira Ryff morreu na noite de 02/01/2012 após um AVC. Ela era minha avó. Nos últimos anos de sua vida centenária a senilidade tinha lhe tirado totalmente a visão.

Ela quase não falava e mal se comunicava com o mundo. Fui visitá-la levado pelo meu filho que queria dar um beijo na “bisa”.

Encontramo-la mais presente do que em todas as visitas nos anos anteriores. Chegou a cantarolar algumas músicas que costumava embalar o sono dos netos quando pequenos.

Ao me despedir, perguntei-lhe se lembrava o trecho do poema “Canção do Tamoio” que ela costumava recitar. Ela assentiu levemente com a cabeça e começou, puxando do fundo da memória. Foram suas últimas palavras para mim.

“Não chores, meu filho; Não chores, que a vida É luta renhida: Viver é lutar. A vida é combate Que os fracos abate, Que os fortes, os bravos, Só pode exaltar.” 
(Canção do Tamoio - Gonçalves Dias)”

Texto de Luiz Antonio Ryff para o Portal IG 
http://laryff.com.br

"Apego entre mãe e filhos gêmeos”

“Tríade de contato íntimo: Apego entre mãe e filhos gêmeos” 

Esta pesquisa teve por objetivo verificar como se desenvolve o apego entre a mãe e seus bebês gêmeos. Teve como amostra cinco mães com filhos gêmeos das cidades de Taubaté, Caçapava e Pindamonhangaba, independente do nível de escolaridade ou classe social. A faixa etária dos bebês era de 12 a 25 meses, podendo ser univitelinos e bivitelinos, não portadores de excepcionalidades.

Como instrumentos foram utilizadas entrevistas semi-dirigidas, observações naturalísticas da interação mãe-bebê e o teste “strange situation paradigm”, que teve por finalidade medir a qualidade de apego da criança a sua mãe, possibilitando classificá-lo em apego seguro, apego ansioso e evitante ou apego ansioso e ambivalente.

Nesta pesquisa utilizou-se o delineamento estudo de caso, tendo como pressupostos que a acessibilidade e a qualidade dos cuidados maternos, além de possibilitarem a percepção das características individuais de cada filho gêmeo interferem no desenvolvimento do apego.

A análise dos dados possibilitou concluir que o apego se estabelece entre a tríade: a mãe e cada um dos filhos gêmeos, o que significa que a mãe se vincula a ambos os bebês e estes, por sua vez, se vinculam igualmente à mãe e ao irmão.

Foi constatado também que as mães conseguem perceber minuciosamente a diferença entre os bebês, o que proporciona um processo de vinculação mais saudável entre mãe e filhos.

Autores: Daniela Leite David, Elaine Cristina de Azevedo, Eliana Maria Santana Russi, Cristiana Mercadante Esper Berthoud, Adriana Leonidas de Oliveira - Universidade de Taubaté

"Strange Situation Paradigm" - A teoria do apego ou teoria do convívio, afirma laços afetivos entre aves e mamíferos como um processo desenvolvido psicologicamente pelos animais, incluindo o ser humano, que o desenvolveu como uma tendência de adaptação para manterem a proximidade da figura de seu progenitor.

A origem da teoria do apego pode ser verificada na publicação de dois artigos de 1958. O primeiro, "The Nature of the Child's Tie to his Mother" de John Bowlby, que apresenta o conceito de apego. O segundo, "The Nature of Love" de Harry Harlow, baseado em seus experimentos com macacos que preferem o apego afetivo do que a comida.

Foto Ilustrativa: http://www.danibonifacio.com

Quarta-feira, Maio 09, 2012

Quatro filhos em duas barrigas!

(Misty e Brian Baker esperam um casal de gêmeos) 

(Amber, a mãe substituta espera duas meninas) 

Um casal nos EUA espera 4 filhos, depois que a mulher e 'mãe de aluguel' engravidam de gêmeos ao mesmo tempo.

Misty e Brian Baker tentaram ter filhos por dez anos; após melhor amiga aceitar ser mãe de aluguel, Misty engravidou em um último ciclo de fertilização in vitro.

Após duas tentativas fracassadas de fertilização in vitro e um aborto natural, o casal se dizia exauridos, tanto no aspecto financeiro, como emocional e físico, quando a amiga Amber Pluckebaum, que já tinha 2 filhos, se ofereceu para ajudar.

"Quando ela disse estar disposta (a ser mãe de aluguel), me pareceu tão natural", disse Misty ao canal de TV RTV6. Em outubro de 2011, o médico responsável pelo procedimento sugeriu que, além de implantar os embriões do casal no útero da amiga, Misty também tentasse a FIV uma última vez.

A notícia de que ambas estavam grávidas de gêmeos surpreendeu a todos, inclusive ao médico. "As duas ficaram grávidas de gêmeos ao mesmo tempo. Nunca vi isso antes", disse Gentry ao canal de TV local.

As duas amigas tiveram que passar a gravidez separadas, já que Misty e Brian se mudaram para Seattle, enquanto Amber e o marido, que também se chama Brian, continuaram a viver em Kokomo, Indiana, a 3 mil quilômetros de distância.

Complicações no início da gravidez impediram que as duas viajassem, então Misty vem mantendo contato com Amber via Skype e telefone, enquanto seu marido visitou a mãe de aluguel algumas vezes. Os bebês (de Misty e Brian) que vão nascer em Seattle, vão se chamar Connor e Hope.

E as gêmeas (da mãe de aluguel Amber) que nascerão em Indiana, serão Madison e Victoria. O parto dos quatro bebês está previsto para junho. (Fonte: G1)

Quer acompanhar essa história? Acesse: http://www.brianandmistybaker.com

Henrique e Vinícius

“Bem, para começar meu pai é gêmeo e desde que passei a ter noção de irmãos e família pus na cabeça que seria mãe de gêmeos. É engraçado, mas SEMPRE tive essa convicção na vida. A única, aliás. Minha família e amigos sempre acharam graça dessa vontade, uns achavam loucura.

Mas quando comecei a namorar meu marido e ele disse ter vontade de ser pai, fui logo avisando que, casados, teríamos gêmeos. O sexo dos bebês não importaria, mas sim, seriam gêmeos! Casamos em 2003 e poucos meses depois parei de tomar pílula para engravidar naturalmente, já sabendo que minha síndrome de ovário policístico seria um obstáculo.

Fiquei um ano com o ciclo irregular e sem engravidar. No meio de 2004 tomei remédio para regularizar o ciclo e assim poder acompanhar minha ovulação. E nada. Foram momentos difíceis de tristeza, desânimo, revolta com o mundo por querer ter filhos, ter condições e simplesmente não conseguir. Isso sem falar que era um assunto só meu e do meu marido.

Eu vivia uma fase bem estressante e complicada no trabalho também. Exausta e desanimada, saímos de férias. Nessa viagem andei de avião, navio, bugre, lancha, fiz mergulho e além de sentir os seios mais sensíveis e inchados, não tive nada. Logo no dia seguinte à volta, fiz o exame de sangue – já estava com o pedido de Beta HCG – e só de noite soubemos o resultado: POSITIVO!

Na manhã do dia seguinte fui ao supermercado e recebi a ligação de retorno dele: “Querida com um número desse tamanho, com certeza tem mais de um bebê aí!!” Comecei a gritar com o telefone na mão o meu marido que estava no corredor ao lado veio assustado; ali mesmo nos abraçamos e comecei a chorar! Meu sonho tinha se realizado!! Foram 18 meses de espera!!

O primeiro ultrassom foi inesquecível, escutei os dois coraçõezinhos batendo e vimos que um bebê estava se desenvolvendo mais. Então tive que ficar a semana seguinte em repouso para evitar perder o bebê menor. Minha gravidez durou 35 semanas e meia e foi maravilhosa! Não tive enjôo, sangramento, inchaço, nada de contratempo.

A grande preocupação com minha saúde a dos bebês era tanta que não desobedeci nenhuma recomendação da minha obstetra nem da nutricionista. Trabalhei até três dias antes da cesariana que ocorreu em 11 de novembro de 2005.

Meus meninos bivitelinos lindos e saudáveis, Henrique e Vinícius, nasceram com 45cm, 2.580Kg e 48cm, 2.950Kg, respectivamente, e ficaram duas horas na incubadora como todos os outros bebês. O primeiro mês foi o mais cansativo porque tive que me acostumar a amamentar a cada três horas - por isso fiz planilha de rotina com horários para que nada fosse esquecido, afinal bebê necessita de organização e rotina!

Com meus garotos aprendi a ser mãe, a não ser mais o centro das minhas necessidades, a ser mais organizada, prática e objetiva. Ah, e saber nome de super heróis e seus rivais, escalação de todos os times de futebol, brincar de carrinho e pista, etc. Tê-los em nossa vida é inexplicável. Ter sido escolhida para ser mãe deles é uma honra! Com eles realizei e realizo todos os dias o grande sonho da minha vida!

Juliana e Fernando Castro
Rio de Janeiro / RJ