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Sexta-feira, Abril 29, 2011

Gêmeos na Monarquia

(Foto Caras: Príncipe William e Kate Middleton)

Já que o assunto do momento é o casamento real, seguem alguns casos gemelares na monarquia, conforme abaixo:

Dinamarca: O príncipe herdeiro Frederico e a princesa Mary, tiveram gêmeos (foto ao lado) em janeiro de 2011, conforme já postei aqui.
Flemming (ex-príncipe da Dinamarca) e a condessa Ruth Nielsen, tiveram os gêmeos Axel e Birger.

Luxemburgo: O príncipe Jean Felix Marie Guillaume e a princesa Margaretha Maria Antonia Felicité são filhos gêmeos do Duque Jean e a Duquesa Josefina Charlotte.

Jordânia: O príncipe Faisal bin Al Hussein, é pai das gêmeas Sara e Aisha

Bélgica: O príncipe Laurent e a princesa Claire tiveram os gêmeos Nicolas e Aymeric.

Irlanda: A Condessa de Mornington, teve os gêmeos: Mae e Arthur. Mae nasceu primeiro, mas Arthur é o herdeiro para o ducado de Wellington.

Itália: A Princesa Maria Pia e seu primeiro marido, Alexandre da Jugoslávia, tiveram os gêmeos, Michel e Dimitri. Com o segundo marido, Michel de Bourbon-Parma, ela também teve gêmeos, Serge e Helene.

Jugoslávia: O príncipe Alexandre e sua primeira esposa, Maria da Glória tiveram os gêmeos, Filipe e Alexandre.

França: Henrique II e sua esposa Catherine de Medeci tiveram gêmeas: Joana de Valois e Victória de Valois em 1556, porém Joana não sobreviveu ao parto. A rainha Maria Leszczynska, teve duas gêmeas: Louise Marie Elisabeth e Henriette Anne

Finlândia: A princesa Margarida da Prússia e seu marido, Frederico Carlos de Hesse, tiveram duas duplas de gêmeos, Philipp e Wolfgang, que nasceram em 1896, e Richard e Christoph, que nasceram em 1901.

Escócia: A rainha Joana Beaufort deu à luz gêmeos, Alexander Stewart e James II.

Japão: O príncipe Fushimi Hiroyasu é pai das gêmeas, Atsuko e Tomoko



Reino Unido: Charles Spencer, irmão da princesa Diana, é pai de gêmeos.





(Sérvia: O príncipe Aleksandar Karadjordjevic com a mulher e filhos, dois quais dois são gêmeos)

Aline e Marcelo

"Dia 17 de dezembro de 2010 (dia do meu aniversário) tivemos uma notícia que mudaria para sempre as nossas vidas: estava grávida! Uma surpresa para toda família, pois não havíamos planejado pra este ano. Mas, sabemos que é Deus cumprindo Seus planos. Esperamos passar os feriados e marcamos o ultrassom para janeiro.

Nesse período, uma tia muito querida sonhou que eu estava esperando dois bebês e após esse sonho, meu marido também só falava nisso. Eu achava uma grande piada! Eu grávida de gêmeos? Que absurdo! Não que eu não quisesse, simplesmente era algo muito distante para mim, algo que eu nunca tinha pensado. Isso sem contar que sou muita pequena e não concebia que uma pessoa do meu tamanho poderia carregar dois bebês!

Pois bem, chegou o tão esperado dia da primeira ultrassonografia! Ao entrar na sala, meu marido já foi logo perguntando para a médica: “Doutora, já dá para ver se tem dois bebês aí?” (ele parecia ter certeza) e ela respondeu: “Acho que sim”. Ao começar o exame, não estava entendendo muita coisa. Com apenas sete semanas não conseguia identificar quase nada naquela tela, quando de repente a médica fala:

“Olha aqui, dois corações batendo! São dois bebês mesmo!”. Olhei para o meu marido e ri, achando que aquilo ali não passava de uma brincadeira da médica. A essa altura, meu coração estava a ponto de explodir. Passado o susto inicial, começamos a assimilar a idéia de ter dois bebês de uma só vez. Isso tornou para nós, motivo de muito orgulho e alegria.

São univitelinas e no exame seguinte descobrimos que se tratava de uma gestação gemelar MONOZIGÓTICA, MONOCORIÔNICA e MONOAMINIÓTICA.

Explicando: A maioria dos gêmeos monozigóticos (resultantes da divisão de um ovo fecundado e com a mesma carga genética) para os quais a divisão ocorre entre o 5º e o 7º dia após a fecundação, compartilham a mesma placenta, o mesmo córion, mas possuem sacos aminióticos distintos. Em apenas 2% dos gêmeos univitelinos, a divisão ocorre após o 8º dia (que é o meu caso), sendo que eles compartilham placenta, córion e saco amniótico, de modo que não existe nenhuma membrana os separando, eles compartilham tudo.

Assim que descobrimos, não imaginávamos o quão raro era essa gravidez e somado a isso, tudo o que eu lia na internet era bastante desanimador. Soube que todos os riscos eram maiores. O parto costuma ser ainda mais prematuro, a possibilidade de má formação é grande, há uma maior incidência da transfusão feto fetal e principalmente o perigo dos cordões umbilicais se enrolarem (já que eles estão juntos) e faltar ar para um ou mesmo para os dois bebês é muito grande. Cheguei a ler que em gestações como a minha, os fetos têm apenas 50% de chance de sobrevivência.

Em meio a tantos números, riscos e coisas ruins optei por crer em Deus e me esquecer destas estatísticas. Contrariando todas as expectativas, minha gestação está tranquila. Estou na 25ª semana e os bebês estão crescendo bem, fizemos a ultrassom morfológica e elas estão perfeitinhas.

Tenho absoluta certeza que Deus opera um milagre todos os dias em nossas vidas. Os nomes já foram escolhidos: Clara e Júlia. E dentro de pouco tempo, quero enviar um novo relato, desta vez com a foto das nossas princesas!"

Aline Zenha Macedo e Marcelo de Oliveira Furtado
Contato: aline_zenha@yahoo.com.br
Goiânia / GO

"Vida no ventre"

No próximo domingo, dia 1º de maio, o National Geographic Channel estreará o documentário “Vida no Ventre: Luta pela Sobrevivência” às 21:30 horas. Teremos a oportunidade de conhecer quatro gestações extraordinárias que enfrentaram obstáculos aparentemente insuperáveis e que acabaram por se revelar autênticos milagres da Vida, destaca a produção. Que mostrará também histórias incríveis como:
1) Uma cirurgia fetal para salvar a vida de um feto de 26 semanas com tumor.
2) Um feto que cresceu fora do ventre materno – na zona abdominal da mãe.
3) Uma mãe que deu à luz a sêxtuplos.

E no dia 8 de maio, às 22 horas, no especial Dia das Mães, Claudia Raia foi escolhida para narrar o episódio “Vida no ventre: a luta pela vida”. Segundo Marcello Braga, diretor de marketing da Fox Channels do Brasil, a presença cada vez maior de personalidades nacionais no NatGeo "confere um toque brasileiro à programação e amplia a identificação do telespectador com o canal". Além da impressionante evolução da medicina, o episódio mostra a incrível capacidade de sobrevivência do ser humano em situações extremas.

Por Patrícia Kogut para O Globo

Quinta-feira, Abril 28, 2011

Aluga-se uma barriga

"Comércio de barrigas de aluguel gera preocupações.
A compra de um bebê é perfeitamente possível em vários países em desenvolvimento que oferecem serviços de barriga de aluguel para clientes internacionais. Na Suíça, uma notícia de que uma mulher de Berna, de 52 anos de idade, que teria comprado um bebê gerado por uma barriga de aluguel na Geórgia, no início deste ano, causou consternação. O fato de que a criança teria sido levada sob custódia pelas autoridades estaduais, por causa do filho adulto da mulher, que ajudava a cuidar da criança sendo um criminoso sexual condenado, inflamou ainda mais o debate. A sub-rogação é ilegal na Suíça, como na maioria dos países europeus. Mas diversas clínicas de mãe de aluguel funcionam em países como a Geórgia e a Índia, onde a prática é legal. Para as autoridades suíças é difícil saber quantos suíços tomam o caminho da sub-rogação internacional para ter filhos. Em um comunicado, a embaixada da Suíça na Geórgia disse que tinha tratado um caso específico e recebido três consultas por escrito de pessoas querendo informações sobre o procedimento.

O “Centro Humano de Sub-rogação e Doação da Geórgia”, usado pela mulher de Berna, oferece serviços de 15 a 30 mil euros, dependendo de quantas tentativas são necessárias para engravidar a mãe substituta. As mulheres que atuam como mães de aluguel recebem até 9 mil euros. As clientes que desejam utilizar o serviço podem contratar uma mãe de aluguel, uma doadora de óvulos ou um doador de esperma, se necessário. Ao digitar uma senha, que pode ser obtida por torpedo fora da Geórgia, as clientes tem acesso a uma lista de potenciais mães de aluguel com foto e detalhes.

Marlene Hofstetter, responsável do serviço de adoção da ONG de direitos da criança Terre des hommes disse que os casais inférteis que se envolvem em serviços de sub-rogação internacionais estão "usando" mulheres menos afortunadas para si próprios, para seu próprio ganho. Há também a questão do direito da criança de conhecer seus pais biológicos. Casais que procuram ter filhos por sub-rogação podem optar por manter em sigilo a identidade da mãe de aluguel.

Segunda a vice diretora da Secretaria Federal de Registro Civil da Suíça, Cora Graf-Gaiser, a Suíça está longe de ser o único país a adotar uma linha dura sobre a questão. Suas leis são semelhantes aos de países vizinhos como a Alemanha, que se recusou a permitir que um dos seus cidadãos trouxesse os gêmeos nascidos de uma mãe de aluguel indiana para o país.

Para a diretora do centro de mães de aluguel da Geórgia, Tamara Khachapuridze, os países que se recusam a aceitar a entrada de crianças nascidas a partir de sub-rogação estão violando os direitos da criança e dos pais.

Gabriel de Candolle, presidente da Sociedade Suíça de Medicina Reprodutiva explica que a lei suíça sobre reprodução assistida é "uma das mais restritivas do mundo" e deve ser liberalizada para acompanhar a evolução da medicina. "Instintivamente, eu sou contra a barriga de aluguel. Os médicos devem tratar das doenças. Uma mulher que é incapaz de engravidar aos 32 ou 35 anos, pois teve uma menopausa precoce ou passou por uma quimioterapia para tratar de um câncer, não é normal que esteja nessa situação, nesse caso eu acho legítimo que a medicina dê uma ajuda. Mas uma mulher de 45 anos de idade que não pode engravidar por causa de seus ovários velhos não sofre de nenhuma doença, é apenas o tempo que passou."

De Sophie Douez para Swissinfo
Adaptação: Fernando Hirschy

Quarta-feira, Abril 27, 2011

Douglas e Denys

(Douglas e Denys com os pais: Gemima e David de Sá)

"Gêmeos idênticos: unidos pela formação e emoção"
Artigo da jornalista Natália Bento.

"Qual a sensação de ter alguém igualzinho a você? Como lidar com as pessoas que confundem o tempo todo? Os gêmeos univitelinos, ou seja, idênticos fisicamente, geralmente tem personalidades totalmente diferentes. Os desafios são intensos: as comparações, a dependência emocional, a busca pela individualidade e até mesmo as histórias de pressentimentos. Enquanto um pode ser totalmente independente, o co-gêmeo pode ser mais ligado, mais preocupado. Enquanto um cresceu assistindo e torcendo durante todas as partidas do Corinthians, o outro pode ter passado a vida toda se esgoelando pelo São Paulo.

É o caso dos gêmeos Douglas e Denys Rodrigues de Sá. Eles afirmam que já foram confundidos diversas vezes e também se acham muito parecidos. Douglas e Denys fazem questão de manter uma relação de cumplicidade. Eles usam expressões próprias que só eles entendem: é o grau máximo de intimidade e relação fraternal. Durante a infância eles andavam grudados e chegavam a sentir um vazio quando um deles se ausentava.
E se um ficava doente, o outro também adoecia.

“O gêmeo não gosta de ser comparado e prefere ser tratado como um indivíduo único, com escolhas, preferências e estilos distintos. Todo gêmeo quer ser respeitado, sobretudo naquilo que difere do seu par. Apesar das comparações, a maioria sente orgulho em ser gêmeo. Dizem que os gêmeos não sentem solidão existencial, porque há alguém muito parecido por perto. Há uma sensação inexplicável de completude que sempre traz conforto emocional ao gêmeo” afirma Jemima Pompeu, gêmea bivitelina de Kesia Pompeu.

Diversos sites discutem o tema universo gemelar. Desde mães de gêmeos trocando experiências, até clínicas especializadas que tiram dúvidas, esclarecem curiosidades e dão dicas para quem convive com gêmeos. No entanto, ainda há uma deficiência na discussão da vida e do dia a dia dos gêmeos adultos. Foi aí que Jemima criou o Vizinhos de Útero, para reunir histórias de gêmeos, começando pela própria experiência. Sua irmã gêmea foi morar no exterior quando tinham apenas 15 anos e essa mudança resultou em uma relação fraternal distante, sem intimidade. Ambas não sentem necessidade de acompanhar uma a vida da outra.

O blog também disponibiliza artigos de especialistas como é o caso de Sâmara Jorge que tem uma coluna na Revista Crescer. A psicoterapeuta também é mãe de gêmeas. Em um dos seus artigos a especialista afirma que, é fundamental que os pais ajudem as crianças a enfrentar constantes comparações que estarão sujeitas no decorrer da vida.

Ser gêmeo não é fácil, mas é um mundo curioso e que todo mundo já teve uma vontade de saber como é ter alguém muito parecido por perto. Vizinhos de Útero foi indicado pelo jornalista William Bonner em seu twitter. E esta indicação, acabou provocando maior repercussão entre os gêmeos, familiares e curiosos"
São Paulo / SP

Randy e Jason


Randy e Jason Sklar nasceram em janeiro de 1972, conhecidos profissionalmente como os Irmãos Sklar, são comediantes americanos e gêmeos idênticos.

Eles cresceram no subúrbio de St. Louis e foram para a Universidade de Michigan, onde decidiram seguir uma carreira na comédia.

Em 1994, eles se mudaram para New York, onde desenvolveram um estilo de comédia no stand-up comedy clubes.

Os irmãos Sklar também apareceram em seriados como Law & Order, Becker, Providence, The Oblongs, Entourage, Grey's Anatomy – entre outros.

Terça-feira, Abril 26, 2011

Nova versão de "007"

Um produtor americano com vasta carreira na China prepara uma versão asiática do famoso agente 007 britânico, James Bond, mas sem cenas de sexo e com muitas artes marciais, informou o jornal "China Daily".

Na futura co-produção, o agente britânico se desdobrará em dois gêmeos, um homem e uma mulher, descendentes de uma linhagem da guarda imperial dedicada à luta contra o tráfico de ópio e educados pelos monges do monastério de Shaolin, berço do kung-fu, as artes marciais chinesas.

Justiça (ele) e Valor (ela) não são apenas mestres do kung-fu. Eles também sabem utilizar todo tipo de armas, explosivos e equipamentos de telecomunicação de alta tecnologia.
São escaladores, sobreviventes natos e treinados para matar.

(Fonte: O Globo)

Lídia, Lívia e Levi

"Mais uma vez o Serviço Social da Maternidade Escola Santa Mônica convida a comunidade alagoana para participar da ‘Campanha Doce Bebê’, que beneficiará os trigêmeos Lídia, Lívia e Levi, através de doação de leite, fraldas, enxoval e utensílios.

Depois de mais de um mês internado, o trio que nasceu no dia 10 de março, está com alta prevista para amanhã (27/04). Porém, apesar da alegria de receber alta com os três filhos nascidos de parto prematuro, Laudeci da Silva Nascimento, está apreensiva sem ter certeza se conseguirá mantê-los. Ela tem 23 anos, é artesã e o marido ganha apenas um salário mínimo como cortador de cana de açúcar.

A família precisa de toda ajuda possível. De acordo com a pediatra, os bebês vão precisar de complemento alimentar, pois, juntos, vão consumir em torno de 10 a 12 latas de leite NAN 1 PRÓ por mês. Tanto na enfermaria Canguru, como em casa, a mãe conta com a avó Geruza que também está preocupada com o enxoval. “Peço que quem tiver carrinho de bebê ou qualquer objeto que possa facilitar os cuidados diários dos meus netos, que doem, pois o trabalho para cuidar dos três será grande”, pede dona Geruza.

Mesmo chegando após a alta, as doações serão entregues à família, pois, como nasceram prematuros serão acompanhados pela equipe multiprofissional da Santa Mônica e pelo menos uma vez por mês estarão na maternidade"

Local:
Serviço Social da Maternidade Escola Santa Mônica

Endereço: Av. Comendador Leão, Poço.
Fone: (82) 3315.4400

(Fonte: Alagoas 24 horas)

Segunda-feira, Abril 25, 2011

Rubens e Vinicius

Como assim?!

Segundo casamento. Do primeiro ganhei de presente duas filhas: Amanda, hoje com 19 e Flávia, 16. Nas duas gestações passei tão mal com enjôos 24hs que muitos duvidavam de minha coragem de encarar mais uma. Mas, sempre tive vontade de ter mais filhos. Gravidez, apesar dos 4 meses serem passados entre soro na veia e inúteis doses de plasil, me faziam a mulher mais feliz do mundo. Amava as minhas barrigas, curtia escolher as roupinhas, fazer o quarto...

E assim, já com 42 anos de idade e com as primeiras gestações conseguidas através de inseminação artificial, jamais acreditava na possibilidade de vê-la crescer novamente. Era um sonho longínquo, mas que sempre povoava meu inconsciente.

Surpresa 1: Um belo dia descubro que estou novamente grávida! Todos ficaram muito felizes. Começamos a curtir a futura presença de mais um membro na família. Seria do tipo “os meus, os seus, os nossos” já que meu marido tinha também uma filha do primeiro casamento.

Surpresa 2: Com poucas semanas de gestação, aborto espontâneo. Exame anatomopatológico revela um problema de má formação genética que impediria o prosseguimento da gravidez. Tristeza imensa de todos...Só que agora, aquilo que era sonho vira idéia fixa e tudo o que mais queria na vida era conseguir engravidar de novo. O tempo passou até que...

Surpresa 3: Conseguimos novamente! Aos 42! Sem interferência de métodos artificiais. Uma vitória e tanto!

Começamos a curtir cada momento como único até chegar o dia do ultrassom. Vamos ver o bebezinho! Minha filha mais nova, então com 11 anos, nos acompanhou ao laboratório. Ela estava curtindo tanto quanto nós a chegada de um bebe na casa. Meu marido, sempre muito brincalhão, enquanto o médico passa o gel na barriga comenta despretensiosamente: “Doutor, vou chutar: acho que são 3” Eu nem liguei. Estou acostumada com as brincadeiras dele. O médico olha e responde: “O Sr. chuta bem. Errou por 1” “Porque, são 4?”

Nessa altura eu já nem acreditava no teor da conversa ‘non sense’ dos dois. Será que dá pra fazer logo o exame?!
Ele : “Não, são 2”. Eu reagi como: “Até parece!!” “É sério! A senhora acha que eu iria brincar com uma coisa dessas?!” esbraveja o médico. E então, a próxima frase que me lembro de ter ouvido foi a da enfermeira: “A Sra, está bem? Tem certeza de que pode ir para casa?”

Hoje, meus queridos gêmeos estão com sete anos e entendo quando viam aquele barrigão na rua e me diziam: “ É uma benção, é uma benção...” @ligiamarqs

Ligia Marques
e Gabriel são pais dos gêmeos univitelinos Rubens e Vinicius Marques Sayegh

São Paulo / SP

Márcia Alves Cunha

"A gerente de RH de uma multinacional francesa, Márcia Alves Cunha, de 42 anos, teve gêmeas 24 anos depois de sua primeira gestação. Aos 17 anos, ela engravidou da primeira filha. Em um primeiro momento a notícia caiu como uma bomba na vida dela e da família. “Foi totalmente inesperado, principalmente para mim que sempre condenei a gravidez antes do casamento. Eu estava na fase de prestar vestibular e fui obrigada a abrir mão de tudo” conta. Márcia separou e casou novamente.

Após terminar seu segundo casamento, Márcia iniciou um relacionamento com um rapaz 15 anos mais novo, que sonhava em ser pai. “Tinha 38 anos quando me permiti sonhar e pensar em uma nova gravidez”, conta.

Em julho de 2008, ela engravidou, mas sofreu um aborto espontâneo. Com o apoio do marido, Márcia superou a perda e decidiu tentar mais uma vez. Em janeiro de 2009 engravidou e com seis semanas perdeu novamente. “Tive uma crise emocional muito grande e foi aí que decidimos procurar uma clínica de fertilização para entender o que estava acontecendo e partir para um tratamento”.

Em julho de 2010, depois de um tratamento doloroso e estressante, a gerente de RH estava grávida de trigêmeos, porém um deles não evoluiu. Julia e Gabriela nasceram em fevereiro de 2011. Quando questionada se está arrependida de ter decidido engravidar tão tarde, Márcia garante que não. “Acho que foi na época certa e eu faria tudo de novo. Era para o Gustavo ser o pai e não meus outros dois maridos”

Por Tatiane Moreno para o
Band

"Coisas da Doris"

A publicitária Doris Sochaczewski, tem muitos motivos para comemorar. O primeiro deles é o reconhecimento internacional de seu trabalho, pois acaba de voltar de Birmingham, Inglaterra, como convidada especial do consulado britânico para participar da Spring Fair: feira especializada em presentes e design.

Doris, é proprietária da grife Coisas da Doris, que acaba de inaugurar sua segunda loja. Quem quiser conhecer, basta ir ao Shopping Iguatemi, em São Paulo - no segundo piso, ao lado de marcas de prestígio.

Desde que resolveu usar o próprio bom gosto para criar objetos e presentes há quinze anos, a empresária coleciona vitórias. Sua flagship de dois andares, localizada no coração dos Jardins em São Paulo, é um case de sucesso e vendas. No mínimo quatro vezes ao ano, Doris vai à Europa para abastecer uma clientela ávida por objetos e presentes diferenciados. Além da exclusiva Rice, com sua linha de produtos coloridíssima, a nova loja lança também a marca italiana Miho com objetos e mobiliário inusitados e lúdicos. O talento de Doris fez da sua marca referência e seus produtos são únicos no mercado de presentes.

Contato: doris@coisasdadoris.com.br
Twitter:
@coisasdadoris

Sábado, Abril 23, 2011

Jornal Agora SP

"Gêmeos em foco" Por Paula Maria Prado.

"No ar há pouco mais de um ano, o Vizinhos de Útero é dedicado a reunir histórias sobre gêmeos. Criado por Jemima Pompeu, 42 anos, que tem uma irmã gêmea chamada Kesia, a página virtual já recebeu mais de cem mil visitas.

Com histórias contadas pelos próprios gêmeos ou por seus familiares, o site conta também com artigos e curiosidades sobre o assunto. "Sempre procurava na internet histórias de gêmeos adultos e, como não encontrava, resolvi criar esse endereço eletrônico, começando pela minha própria história. E deu certo", conta Jemima.

Referência no assunto, o Vizinhos de Útero recebeu até uma indicação no Twitter, do apresentador do Jornal Nacional, William Bonner, pai de trigêmeos.

"Disponibilizo fotos, dicas e relatos de famosos, como o da atriz Suzy Rêgo, que tem filhos gêmeos e o da dupla sertaneja Mauricio & Marcelo, conta a autora"

Artigo completo você lê no Jornal Agora SP

Sexta-feira, Abril 22, 2011

Sarah, Asaf e Abraão

“Casei em 2006 e dois anos depois planejei engravidar. Tinha 'certeza' que teria gêmeos, até porque minha mãe teve duas gestações gemelares.

Quando fiz ultrassom, o médico tomou um susto, chamou a esposa - também médica pra sala, e eu lá sem entender NADA! Três coraçõezinhos batiam bem forte! Passado o susto (do médico principalmente!) começamos a preparar a chegada do trio! Sempre orei ao Senhor pedindo que viesse com saúde, mas gostaria muito que fossem dois meninos e uma menina. Já tinha um nome escolhido: Miguel.

Mas, certo dia, mesmo sem saber o sexo dos trigêmeos, estava lendo a bíblia, e de repente, o SENHOR ME REVELOU os nomes: Sarah, Abraão e Asaf. Quem sou eu pra contrariar a vontade de Deus? No dia em que fiz o ultrassom morfológico*, estavam lá dois meninos e uma menina. Os meninos são univitelinos e a menina é bivitelina. Nasceram com 32 semanas: (Sarah = 1.920 e 40 cm / Asaf = 1.920 e 47 cm / Abraão = 1.855 e 43 cm)

Sarah nasceu com a síndrome da membrana hialina (pulmão imaturo). Abraão também teve algumas intercorrências, mas sentimos o Agir e o Trabalhar de Deus em nossas vidas, o tempo todo! Hoje estão com 2 anos e 5 meses! São todos perfeitos, sapecas e muito inteligentes!”
Milena Manuela e José Carlos.
Contato: trimamy@hotmail.com
Feira de Santana / BA

*Ultrassom morfológico é um exame mais detalhado, que pode levar mais de meia hora. É feito por volta das 20 semanas, e nela já dá para ver o sexo do bebê. Verificam-se o coração do bebê e suas câmaras, a formação do cérebro, os órgãos digestivos e outros sistemas. Também vai medir a cabeça do bebê e o fêmur, o osso da coxa, para ver se o crescimento está dentro da média. O exame pode ser feito com doppler, um sistema que mostra o fluxo de sangue no útero, na placenta e no bebê, com as cores azul e vermelha.

"Shrek the Third"

Shrek Terceiro é um filme do gênero animação computadorizada produzido por Jeffrey Katzenberg e lançado no Brasil em junho de 2007. O filme começa com o Príncipe Encantado, que está no palco de um teatro. Depois de vaiado ele volta para os camarins. O Príncipe lamenta não ter tido um "Feliz para sempre" e não acha isso justo.

Enquanto isso, o Rei Harold adoece e o seu genro Shrek é escolhido para tomar o seu lugar por alguns dias. Apesar de relutante Shrek aceita, pois tinha dificuldades em parecer e agir como rei. Ele diz à sua esposa Fiona, o quanto gostaria de voltar para o pântano, só os dois. Fiona revela que quer ter filhos, mas, Shrek responde que criança não é o seu gênero.

Entretanto, o filme termina com uma cena mostrando - alguns meses depois, Shrek e Fiona de volta ao pântano e pais de ogros tri-gêmeos.

Quinta-feira, Abril 21, 2011

Thomaz e Sophia

“Parceiro, chegou a hora. Não adianta se trancar no banheiro alegando indisposição estomacal. Você é o pai e deve estar presente, não dá pra fazer a segunda chamada. Tenha em mente que sua situação é muito confortável. Com o advento da cesariana e a adoção unânime por esta cirurgia de quase todos os obstetras, tudo tem dia e hora certa pra acontecer. Aliás, romper a bolsa, pra gravidez gemelar, é quase uma palavra em extinção. Praticamente todos que consultamos aconselhavam ao parto cesariano, ainda que existam casos do parto gemelar normal. Em nosso caso não, as crianças não foram "planejadas". Achei perfeito quando decidimos tudo, inclusive com reserva no hospital. Tudo agendado - restava somente aguardar.

Dia 24/01/2010, 7 horas da manhã. A parentada toda avisada e chegando junto conosco na maternidade, tivemos sorte. Fomos então para uma pré-sala onde nos vestimos adequadamente, ou pelo menos quase, no meu caso. Com uma lancha tamanho 44 e 1,95 de altura, saí do trocador com a calça que me deram na canela, o negócio que envolve o pé chegando só na metade e a camisa no umbigo. Logo vem aquele engraçadinho que te pergunta "não vai desmaiar não"? Como eu vou saber? Eu sei lá, ué. Nunca entrei numa sala onde abrissem uma pessoa pela barriga! Só dá pra saber indo. E fui.

Na sala de cirurgia a descontração da equipe médica era total. Futebol, culinária, compromissos futuros, parecia que a qualquer momento iam jogar o baralho em cima da barriga de Giulli, pra começar o carteado. O que pra nós é extremamente angustiante pra eles é rotina. Injeção dada. Em pouco tempo, a obstetra já está com metade do braço dentro da barriga dela tirando o Thomaz. Logo em seguida sai Sophia. A cena foi surpreendente.

Logo vi a obstetra lavando alguma coisa em cima da barriga da minha mulher. Resolvi perguntar e ela, com ares de quem está lavando a calcinha no chuveiro, responde: "é o útero, temos que tirar a placenta que fica grudada". Diz aí? Sinistro, né não? Pra você que ainda não sabe se vai entrar, eis um relato que vai te ajudar na decisão. Agora, se você é daqueles que desmaia até com o sangue que sai do bife que tirou da sua unha, pode desistir, passa longe.

Ambos pra incubadora e a parentada toda babando no aquário.

É sempre bom evitar o quarto cheio, principalmente na hora do primeiro contato, quando você ainda está se adaptando com as crianças. E isso serve pra todo o primeiro mês. No meu caso foi ruim também porque não conseguia ver o jogo do Fluminense contra o Bangu pelo campeonato carioca, toda hora alguém passava na frente. Chegam os dois rolinhos e tu não sabe por onde começar. Logo vem a primeira mamada dupla e o primeiro cocô, que é uma espécie de sabão em pasta, destes de lavar louça, mecônio, nunca mais esqueço isso. O primeiro choro, o primeiro desespero, a primeira noite acordado, a primeira troca de fraldas usando 39 gases pra limpar uma borradinha de nada...Tudo ao quadrado”
Rogério Cappelli e Giullianna Câmara Mandarino.

Rogério escreve sobre sua experiência paternal com muito humor no blog É tudo ao quadradoEle destaca uma frase que amei: “Lá em casa não tem visita: passou da porta é apoio!Senso de humor é tudo nessa vida. Obrigada Cappelli!

Rio de Janeiro / RJ

Menino ou Menina?

"Um tribunal da Austrália permitiu que um menino de 10 anos fosse submetido a terapia para mudança de sexo. Jamie é gêmeo e está vivendo os três últimos anos como uma menina: veste roupas femininas, usa o banheiro das meninas na escola e se apresenta como uma garota com cabelos longos e louros.


Pais, médicos e psiquatras disseram temer que a chegada da puberdade levasse Jamie a tomar medidas extremas, como o suicídio, e resolveram apoiar a aplicação urgente da terapia para mudança de sexo. Ele será o mais jovem australiano a ser submetido ao tratamento, segundo reportagem do site News.com.au.

O juiz que ditou a sentença disse reconhecer "uma menina em corpo de menino". A mãe de Jamie contou que, aos 3 anos, o menino se queixou: "Mamãe é tão difícil tentar ser um menino". A família passou a tratar Jamie como menina em 2008. O irmão gêmeo passou a aceitar a situação e a dizer: "Eu tenho uma irmã". "Jamie vive confortavelmente como menina. Tem confiança e não sofre isolamento social", declarou a mãe"

Por Fernando Moreira para O Globo

Quarta-feira, Abril 20, 2011

Abdelmassih: pai de gêmeos

"Roger Abdelmassih, foragido da Justiça, será pai mais uma vez, segundo a coluna Mônica Bergamo, publicada hoje no jornal “Folha de S. Paulo”.

De acordo com a colunista, a mulher do médico, a procuradora Larissa Maria Sacco, o acompanha na fuga e está grávida de gêmeos.
Larissa já havia tentado engravidar no ano passado, mas perdeu o bebê. Roger já tem cinco filhos do primeiro casamento.

Ele foi condenado a 278 anos de prisão, acusado de ter cometido mais de 50 estupros"

(Matéria indicada pelo leitor Nilton Gonçalves)

José e Ozzie

José Canseco Capas Jr e Osvaldo ‘Ozzie’ Canseco Capas são gêmeos idênticos nascidos dia 02 de julho de 1964 em Cuba. Ambos são jogadores aposentados de beisebol profissional nos Estados Unidos. Cresceram na Flórida e estudaram no Coral Park High School em Miami. Depois de se aposentar, José também competiu no boxe e artes marciais. Recentemente, foram convidados para dirigir o time Yuma Scorpions Baseball, conforme nota do Yuma Sun.

Fertilização In Vitro

"Segundo um novo estudo, bebês concebidos através de fertilização in vitro são significativamente mais propensos a sofrer complicações.

Os pesquisadores afirmam que isso não é devido a defeitos genéticos, mas sim porque os procedimentos de (FIV) frequentemente produzem gêmeos, trigêmeos ou outros múltiplos, e múltiplos são mais propensos a nascer prematuramente e, portanto, a sofrer complicações mais tarde. Nesse procedimento, os óvulos são fertilizados com espermatozóides em laboratório. Poucos dias depois, quando os ovos fertilizados desenvolverem massas multi-celulares, um ou mais destes embriões são transferidos para o útero de uma mulher.

Nos EUA, entre as mães com menos de 35 anos, 10% tem um único embrião transferido, e 90% tem dois ou mais. As mulheres com mais de um embrião transferido não terão necessariamente múltiplos. Mas, quando mais de um embrião é transferido, elas são mais propensas a engravidar. Em comparação com gestações naturais, também é muito mais provável que elas acabem esperando gêmeos ou trigêmeos. Isso é o que coloca esses bebês em risco: com trigêmeos, a taxa de prematuridade está muito próxima de 100%, e com gêmeos, a taxa é cerca de 70%.

No Canadá, embora os procedimentos de fertilização in vitro somem apenas 1% dos nascimentos, 17% dos bebês internados em UTIs neonatais são bebês FIV. Bebês prematuros correm riscos graves de saúde. Provavelmente a maioria dos recém-nascidos é internada por causa de complicações relacionadas à prematuridade. Estas complicações colocam uma enorme carga sobre o sistema nacional de saúde do Canadá. Segundo pesquisadores, a implantação de uma política que obrigasse a transferência de apenas um embrião em procedimentos de FIV reduziria drasticamente os custos com terapia intensiva neonatal (a estimativa de economia anual é de aproximadamente 63 milhões de reais).

Vários países europeus, que bancam o sistema de saúde para a população, instituíram a política do único embrião. Nos EUA, essa exigência poderia evitar a morte de 700 gêmeos e trigêmeos prematuros por ano, de um total de cerca de 41.000 nascimentos de FIV.

A desvantagem é que as mães com baixas chances de engravidar sofreriam com a lei do único embrião. O número de nascimentos múltiplos diminui, mas as taxas de sucesso também diminuem significativamente. Pesquisas médicas, ao invés de políticas públicas, é que deveriam resolver o problema. Segundo os pesquisadores, a regulamentação rigorosa certamente é uma forma de alcançar a meta de redução de incidência de nascimentos múltiplos decorrentes de fertilização in vitro, mas seria injusto penalizar muitos casais, impedindo-os de ter filhos.

Grande parte das pesquisas no campo é direcionada a encontrar métodos para a seleção de embriões ideais, de modo a reduzir ainda mais o número médio de embriões transferidos sem diminuir a probabilidade de uma gravidez bem sucedida. Essa seria a melhor solução"

(Fonte: Hypescience)

Terça-feira, Abril 19, 2011

Janete, mãe aos 51 anos

"O caso é inédito na medicina brasileira. Janete será mãe de gêmeos. Seu marido, Ítalo, de 87 anos, já é bisavô e será pai de novo. É a primeira gravidez de Janete. O casal está junto há 23 anos, uma história de amor que venceu a diferença de idade e os limites da medicina. Para a equipe médica foi um desafio. A gravidez foi possível com a técnica de fertilização in vitro, em laboratório.

Os espermatozóides foram selecionados com a ajuda de um super microscópio, capaz de ampliar a imagem em até 20 mil vezes. Os melhores foram escolhidos e injetados nos óvulos. Só depois da fecundação feita no laboratório, os embriões são transferidos para o útero da mãe. Janete engravidou na segunda tentativa.

Ser mãe sempre foi o sonho dela, só não imaginava que viria em dose dupla. Janete espera gêmeos e está no terceiro mês. O casal não tem medo do futuro e sabem que tem uma história linda para contar para os filhos. “Tinha que ser um filho dele, do meu grande amor, porque daí eu vou contar a nossa história de amor, e eles vão entender”, diz Janete da Silva Pinheiro, psicóloga"

Matéria de Mônica Teixeira. Assista no Jornal Hoje.

Dayana e Amanda

“Nascemos dia 07 de setembro de 1985, quando a nossa mãe tinha apenas 22 anos. Foi sua primeira e única gravidez. Pertencemos a uma família humilde, minha mãe não tinha como fazer ultrassom na época. Todo o pré-natal foi feito medindo a barriga, escutando o coraçãozinho etc... Nós estávamos uma por cima da outra, então o médico só ouvia uma bebê. Resultado, só três dias antes do parto, o médico ouviu os dois corações através de um ultrassom feito com urgência. Foi neste momento que minha mãe soube que eram gêmeas.

A nossa infância foi difícil para minha mãe, porque vivíamos doentes. Quando uma adoecia, minha mãe já comprava os remédios em dobro, porque já sabia que a outra também adoeceria. Minha mãe nos vestia igual dos pés a cabeça: era tudo idêntico. Dividíamos o mesmo quarto, sempre estudamos na mesma escola, na mesma sala e foi assim até a faculdade, fizemos o mesmo curso e 90% das disciplinas juntas!

Na adolescência sofremos com as inevitáveis comparações e isso era muito chato. Somos muito parecidas fisicamente, mas temos personalidades bem diferentes e isso foi "complicado". As pessoas não entendem. Havia uma cobrança para sermos parecidas em tudo, mas não somos! Eu sou 100% emoção, e a Amanda 100% razão. Eu sou chorona, brigo, berro e sou impulsiva. Brigava com minha mãe por querer namorar, sair e etc. Com isso, me tornei a "rebelde". A Amanda é o oposto, sempre tranquila, racional e analítica. Ela não se expõe e se preocupa com a opinião alheia. Com isso, ela se tornou a "filha modelo". Ela parece mais velha, vive me dando conselhos.

Formamos-nos em administração, trabalhamos na mesma empresa por um ano, mas em setores diferentes. Eu casei com 21 anos, ela está solteira, mas cada uma comprou um apartamento no mesmo condomínio! Somos vizinhas! No ano passado fizemos uma tatuagem idêntica. Tivemos vontade de ter a nossa marca. Tatuamos no mesmo dia, no mesmo estúdio e com o mesmo profissional, ficou lindo! Apesar das inúmeras brigas, sempre fomos unidas. Enfim, gosto muito de ser gêmea”

Dayana Portugal é gêmea univitelina de Amanda Portugal.


Niterói / RJ

Bruna e Fernanda

Você conhece um homem, começa a namorar e resolve morar com ele. Simples? Nem tanto, se ele vier com filhos no pacote. Cada vez mais, mulheres de 20 e poucos anos encaram ciúme e competição para reinventar o papel de madrasta.

Maria Fernanda Corral, 27 anos - Com as gêmeas Bruna e Fernanda de seis anos, é um exemplo. “Madrasta antigamente era a mãe postiça. Ela desempenhava o papel de mãe, pois não havia outra. Hoje deveria existir outro nome porque mãe e madrasta coexistem”, defende a arquiteta Maria Fernanda.

Todos esses dilemas são conhecidos da terapeuta familiar e madrasta Roberta Palermo, autora de MadrastaQuando o Homem da Sua Vida já Tem Filhos e de 100% Madrasta – Quebrando as Barreiras do Preconceito. No segundo livro, ela reforça o quanto é importante levar em conta o terreno antes de construir uma nova história.

Afinal, ninguém fica confortável no início de uma nova união: o pai sofre porque saiu de casa e sente falta dos filhos. A mãe, porque ficou sozinha com as crianças, tentando entender a mudança. Os filhos, porque não desejam que os pais se separem.

E a madrasta, porque não esperava se apaixonar por um homem com filhos. A terapeuta Roberta fundou a Associação das Madrastas e Enteados (AME) e, em 2002, criou um fórum que hoje soma mais de 3.500 mulheres cadastradas – a maioria na faixa dos 30 anos.

Foto: Marcelo Naddeo / Fonte: Revista TPM

Segunda-feira, Abril 18, 2011

João e Francisco

Fernanda Lima e Rodrigo Hilbert comemoraram o aniversário de 3 anos dos filhos gêmeos: João e Francisco ontem (17/04) no restaurante Manioca, que pertence ao casal e fica na Zona Oeste de São Paulo. Para a festa, o tema foi circo. Fernanda veio vestida de bailarina e os meninos de tartaruga e leão. Na porta um homem de perna de pau recepcionava os convidados. A matinê começou por volta 16 horas, teve uma banda para animar adultos e crianças e durou até umas 20 horas. Na hora de ir embora, os gêmeos distribuíram lembrancinhas rústicas como compotas de doce e uma caixinha de ovos com guloseimas dentro.
(Fonte: Ego)

Karim e Karina

“Nossos pais se separaram quando tínhamos sete meses. Fomos criadas pela nossa mãe e pela nossa avó. Minha mãe sempre trabalhou e graças a Deus nunca nos faltou nada. Nossa infância foi maravilhosa! Sempre usávamos roupas iguais, mas na adolescência mudava a cor. Brincávamos muito - de tudo. Nossa tia Anete (foto à direita) sempre nos levava ao clube, parque do Ibirapuera, e nos fotografava. Era como se fosse nossa irmã mais velha...

Éramos quietinhas, quando saíamos com minha mãe, nós não conversávamos, morríamos de vergonha, nós apenas balançávamos a cabeça (pra sinalizar sim ou não) Vez em quando – do nada - tínhamos ataques de riso. Bastava uma olhar pra outra pra cair na gargalhada. A gente até evitava ficar perto em velório, pra não passar vergonha. Somos muito risonhas e choronas. Quando uma aprontava, sempre colocava a culpa na outra e daí minha mãe brigava com as duas.

Certa vez estava muito atrasada para aula e enquanto esperava o ônibus, liguei pra minha irmã ir fazer a prova pra mim. Mas ela não foi. A gente passava trote também – de brincadeira - porque temos voz e risada idênticas. Muitas pessoas da nossa família ainda não conseguem nos identificar. Temos os mesmos gostos, já paqueramos o mesmo menino. Quando casei (em outubro de 2009) senti muita falta da minha mãe, da minha avó e principalmente da Karina. Sentia falta das nossas conversas.

Mas nos vemos e nos falamos com frequência. Elas são minhas melhores amigas, são pessoas de minha total confiança. Às vezes puxo a orelha da minha irmã, mas é pelo bem. Quero vê-la feliz. Não vejo nada negativo em ser gêmea, mas ainda somos confundidas. Até aí tudo bem, eu me identifico, mas a Karina não. Se ela percebe que a pessoa está confusa, ela se passa por mim, só pra se divertir. Os outros devem me achar maluca. Mas eu AMO ser gêmea e AMO minha irmã. Continuamos muito amigas”

Karim de Pieri Lancerotti é gêmea bivitelina de Karina de Pieri Baroncelli

São Paulo / SP

Transplante de tecido ovariano

"Um transplante de tecido ovariano, realizado pela primeira vez na Europa, permitiu a uma francesa estéril dar à luz um bebê. Victoria nasceu por cesárea no dia 08 de março em uma instituição privada de saúde em Paris.

"É a primeira vez no mundo em que é feito um transplante deste tipo entre gêmeas que sofrem de síndrome de Turner"
(anomalia cromossômica que afeta uma em cada 2.500 mulheres), explicou o professor Jacques Donnez, ginecologista da Universidade Católica de Louvain, em Bruxelas, que realizou o transplante.

Os transplantes entre gêmeas idênticas não precisam de um tratamento contra rejeição.
A paciente francesa sofria com uma menopausa precoce devido à síndrome, com ausência de ovários. Poucos meses após o transplante, a paciente recuperou seu ciclo normal e depois ficou grávida naturalmente, sem recorrer à fertilização in vitro, disse à AFP o professor Donnez"

(Fonte: AFP)

Sexta-feira, Abril 15, 2011

As gêmeas Brastemp

Brastemp e Finish mostram os reais benefícios de se ter uma lava-louças Brastemp. A partir de hoje, as gêmeas Juliana e Alessandra viverão em uma casa de vidro montada em shoppings paulistas, e suas rotinas terão um único diferencial: uma delas terá a Lava-Louça Brastemp. O resultado: a mulher que usa a lava-louças Brastemp poderá aproveitar muito melhor os seus momentos. Seu consumo de água será muito menor em relação à lavagem na pia. Visite as gêmeas:
Casa Brastemp no Shopping Eldorado de 15 a 29 de abril.
Casa Brastemp no Shopping Aricanduva de 6 a 21 de maio.
Quem passar pelas casas de vidro também poderá conhecer melhor a linha completa de lava-louças Brastemp, e ainda levará um vale-desconto de R$ 200,00 para ser usado na compra de qualquer Lava-Louças Brastemp nas lojas de eletrodomésticos destes Shoppings ou pela loja virtual. Aqueles que comprarem receberão de brinde um kit de produtos Finish, suficiente para três meses.

Obs: Estive no Shopping Eldorado e tirei foto das modelos na Casa Brastemp. Elas foram simpáticas e atenciosas. Obrigada Juliana e Alessandra!


(Fonte: Brastemp)

"Lembrai-vos"

Celia e Celma são cantoras gêmeas que deixam registrados, neste novo CD, belíssimos cânticos da tradição popular e eclesiástica, cantados nas cerimônias da Igreja, das quais participaram ativamente, durante sua infância e adolescência em Minas Gerais.

Os delicados arranjos são do maestro Geraldo Vianna e a produção é do músico Rubinho do Vale. Celia e Celma pesquisaram o repertório e assinam a direção artística deste álbum que certamente, encherá de enlevo as almas, religiosas ou não. Para contato: liviamannini@yahoo.com.br

Para ler o relato delas, clique aqui.